Silk – Só para inimigos

Não, Silk não é aquele filme legal, baseado naquele romance legal sobre aquela gueixa legal.
O Silk que vos falo, é nada mais nada menos que o pior filme de terror tailandês que eu tive o desprazer de assistir.

A idéia da história não é ruim, mas ela mistura tanta coisa idiota, tantos elementos comuns de outros gêneros, que o que era pra ser um filme de terror, vira uma comédia pastelão. O filme conta sobre um grupo de cientistas que conseguiram capturar um fantasma dentro de um quarto usando uma nova tecnologia, a esponja de sei lá o que, o filme já começa estranho, porque essa esponja além de isolar os fantasmas, é anti-gravitacional, daí no final o vilão até usa ela pra sair voando por ai. Tipo, o cara inventa uma coisa que é contra as leis da física e perde o tempo capturando fantasma? No lugar dele eu vendia essa tecnologia e ficava podre de rico, e fodam-se os fantasmas.
Voltando ao filme, os cientistas querem saber o que o fantasma está falando e contratam um matador da polícia que tem uma visão milimétrica e telescópia, tudo isso pra fazer leitura labial no fantasma (onde estavam os surdinhos do Fantástico quando eles precisaram?). Depois de um rolo, o fantasma é solto e daí até o final do filme eles tentam descobrir porque o garoto virou fantasma, vale destacar a cena do suicídio do garoto fantasma, que além de ser computadorizada, é super mentirosa, porque o garoto pula de uma altura mínima, impossível que ele morresse, e a segunda cena memorável é quando o carro capota em uma perseguição de alta velocidade, nem novela da globo faz pior, pelo menos o pessoal da globo usa um carro de verdade. O desenho do carro é tão tosco, nada realístico, que eu estava esperando sair o Mikey de dentro do carro, me senti assistindo um filme da Disney.
O final do filme, é quando aparece o vilão da história, um dos cientistas queria saber como menino morreu, ou onde ele foi enterrado, porque ele queria virar fantasma também, isso pra nunca mais ter que comer, passar fome, dormir e fazer essas necessidades básicas, mas pra que se preocupar com isso? O cara inventou um jeito de sair voando por ai, com o dinheiro que eu teria ganhado com isso, contratava alguém pra comer por mim, dormir por mim e se brincar, até alguém pra defecar por mim.
No fim do filme o vilão morre sem virar fantasma, o garoto vai pro mundo espiritual e todo mundo continua feliz.

Daí você se pergunta, “e o susto?”, só quando você for pagar a conta da locação do filme.

Boooooooooooo!
Nem me assustei.

Por Elder Taciano

 

P.s.: Ah! Se você está se perguntando “Por que diabos o nome do filme é Silk?”, porque o fantasma usa um fio de seda de marcar as vítimas.

Add comment Julho 26, 2008

Memórias do cárcere!

Para não perder o hábito e também para não deixar isso aqui abandonado, resolvi falar sobre uma coisa que muito me intriga. O Belo! Tá, não é o tipo de assunto que eu deveria me preocupar, e nem me preocupo! Maaaaas, ao reparar na playlist de uma amiga, percebi que não dava para não reparar nisso! O Belo saiu da cadeia e desde lá vem resgatando sua origem de presidiário, mesmo antes ou não, pois não acompanho a evolução musical desse ilustre cantor, ele continua cantando músicas com mensagens subliminares sobre o que é ficar preso e acho que ele cantou muito lá dentro! Vamos então a lista de músicas possíveis que ele deve ter cantado, com análise dos títulos:

- Abismo (Caiu a ficha…)

- Pura solidão (Um dos estágios…)

- Nada Vai Separar (esperança 100%)

- Não Vou Entregar (Que egoísta, já tava preso mesmo!)

- Tá Fazendo Frio (Já sabemos que na prisão não entregam cobertores aos detentos!)

- Reféns do coração (Quando ele se julgou inocente (vai saber))

- Sob a luz do sol (Coitado, era preciso um pouco de ilusão, né?)

- Imaginação (É, ele precisava!)

- Não foi à toa (Alguém duvida???)

- Restou saudade (É compreensivo!)

- Ainda é cedo para dizer bye bye (De fato, deve ter cantado essa ,no mínimo, após uns 5 dias na prisão)

- Antes de dizer adeus (antes disso ele deve ter dito: Um advogado, por favor!)

- Aeroporto (E ele ainda quis fugir…)

- Não dá (… para sair)

- Não tem saída (Não mesmo!)

- Tarde demais (Fazer o que…)

- Um dia de dizer Adeus (Sem dúvida!)

- Eternamente (Aqui ele já tinha se conformado…)

- Abrigo (aqui também…)

- Todo cuidado é pouco (Realmente, mais um deslize e…)

- Supera (É, ele supera!)

- Missão de paz (Estágio onde ele já admitiu e resolveu mudar)

- Diz pra ela (Ele ainda não podia receber visitas…)

- Fim da tristeza (Falaram que ele ia sair…)

- Dia feliz (quando ele saiu da prisão)

- Ser feliz de novo (volta por cima!)

Bom, é isso! Descobrimos muito sobre o que ele passou! Que dureza, heim? (a nossa, de ouvir…)

Por Isabella C.

P.S: Na verdade, utilizei o título “memórias do cárcere” de Graciliano Ramos somente como trocadilho, pois não tem nada a ver com a obra! Não me matem!

2 comments Julho 19, 2008

Ele e Ela!

Ele:
Morador da rodoviária de Brasília, se formou em direitos e em (diversas) línguas, bateu o record como o “homem que se expressa em maior número de dialetos”. Não se engane com sua aparência de mendigo, sem ele nunca saberiamos que direito além de ser “o direito de reivindicar uma vida melhor, di iistudar, di iinformar” nunca saberíamos que direito é “uma coisa da rurgs puon que espôe a rerks twuturais” e muito menos que é “régueque roisti a ongs troloris tworiqui coquais”.
Aiai, que inveja, por que eu nunca pensei isso sobre o Direito?

Ela:
Curitibana nata, essa garota se formou em diversas áreas do conhecimento, se especializou em sociologia, em filosofia, literatura, artes e é doutora na física do petrefiolismo.
Suas contribuições para sociedades foram, o estudo sociológico da simpatia, porque temos que ser simpáticas em uma entrevista de emprego, com uma comunidade de um habitat, o estudo filosófico divino, onde ela afirma que o céu e o inferno podem ser em qualquer lugar, até em uma loja, com isso, ela abriu uma linha de estudo falando sobre a imagem do picaresco Diabo, que é da literatura africana e não grega como muitos pensam, que é esse grande pintor, mas a sua maior descoberta, foi a física do petrefiolismo, o estudo sobre o sistema imunológico do seu corpo.

Seria tão legal se eles se casassem, acontecimento de grande utilidade pública!

Pois bem, conheça essas figuras agora:

Silvio Santos says: É namoro ou amizade?

Por Elder Taciano

2 comments Julho 7, 2008

Pedintes? Eu lhe peço: “vamos encarar os fatos”

Ahhhhhh, as férias!!!! Dá aquela preguiça! E foi por isso que não postei nos últimos dias(inventando motivos! Férias eu já estou há um bom tempo), mas andei muito de ônibus! E olha, tirei muitas conclusões e isso não é bom, pois perdi a parada várias vezes!

Bom, se tem uma coisa interessante nos ônibus são os famosos “pedintes”! Sabe aquela famosa frase? “Eu poderia estar roubando, eu poderia estar matando…” Eu poderia dizer também, aquele famoso gerundismo! Mas sem desviar o assunto, eu resolvi fazer uma estatística a respeito disso! Não foi a toa que resolvi fazer isso porque depois que eu cheguei de uma longa viagem (sim, aqui em Brasília é assim!) fiquei me sentindo desconfortável com tal situação!

No começo eu prestava muita atenção, ficava com os olhos cheios de lágrimas, me sentia culpada! Ahhhhh, você deve entender bem, fazemos parte de uma mesma classe média! Mas enfim, eu andava por ai repleta de saquinhos de mel e canetas descartáveis ( Eu só usava uma vez, da segunda não saia mais tinta)! Eu estava tão presa a esse tipo de coisa que quando entrava numa loja e comprava algo, esperava que o troco viesse em moedas, muitas moedas… Só que ai eu comecei a perceber mais a atitude desses pedintes. Uma vez entrou um cara no ônibus em que eu estava e ele disse:

Vocês têm que me ajudar porque não tenho o que comer, queria pelo menos tomar um banho! Mas vocês não se importam! Deus está presente e no dia do julgamento ele vai olhar para cada um de vocês e vai dizer que não merecem o perdão porque tiveram tudo e não ajudaram os que precisavam…”

Bom, eu posso até ser julgada, mas fala sério! Eu nem quero ir para o Céu mesmo, deve ser um tédio danado! Aos religiosos, me desculpem!

Depois disso ele saiu com raiva porque quase ninguém havia lhe “presenteado” com algumas moedas! Nem eu! Quero que fique bem claro que eu não sou contra esse tipo de coisa!

Hoje mesmo quando estava voltando de uma consulta, um cara entrou e fez um discurso, “sou da casa tal, viciado em drogas… blá blá blá…” Depois disso, ele saiu “distribuindo” pacotinhos de mel, quer dizer, ele literalmente colocou o pacote na minha mão e na medida em que as pessoas iam devolvendo ele olhava feio. Não estou julgando a atitude dele, mas uma coisa é certa: “Ninguém é obrigado a isso!”

Sem mais delongas, vou logo direto ao ponto! O fato é que é uma baita duma sacanagem! Tudo bem, assumindo meu papel como uma pessoa da classe média, digo que eu me sinto bem porque ajudei um cara viciado em drogas que veio pedir ajuda no ônibus ou um cara com infância difícil ou com chagas, mas agora, se todos eles entram e ficam achando que as pessoas são cruéis por que não colaboram é sacanagem, afinal se eu ajudei outro pela manhã por que ele tem que ficar com raiva por não ajudar a tarde?

Então vamos lá! Aqui em Brasília a frota de ônibus é de 2.337, 888 linhas e 13 empresas sendo que a demanda mensal é de aproximadamente 500.00. Vamos imaginar que uma pessoa utiliza esse meio de transporte diariamente para ir ao trabalho e voltar para casa. Ele trabalha no Congresso Nacional e mora em uma das cidades satélites do DF. Para chegar ao trabalho ele precisa pegar dois ônibus para ir e dois para voltar. Todo o dia entra um pedinte dentro dos ônibus que ela utiliza e supondo que essa pessoa seja extremamente altruísta e não consegue ver alguém passando necessidades, sem esquecer o detalhe de que ela é um estereótipo exemplar de uma pessoa da classe média. Com isso, vamos imaginar que essa gaste 1 real para cada pedinte. O seu gasto diário com a passagem (2,00 reais) e a colaboração com os pedintes é de 12 reais. A cada semana, 60 reais. E em um mês, 240 reais.

Agora vamos supor que uma pessoa utilize o transporte público sem colaborar com nenhum pedinte, ele gastaria em um dia, 8 reais. A cada semana, 40 reais e em um mês, 160 reais.

É, foi cansativo ler esses dados, mas o que me leva a concluir é que as pessoas, que não são obrigadas a dar esmola, gastariam muito se lhes fosse uma obrigação doar a todos os pedintes. Não é que elas não ajudam, só que sempre que chega um novo e não querem ajudar, é como se elas realmente fossem as pessoas mais insensíveis do mundo.

Vamos encarar os fatos! Eu mesma, cansada de carregas “melzinhos” e de ver esse tipo de coisa acontecendo, fiquei muito incomodada! Eu não sou a pior pessoa do mundo! Fala sério! Eu também nunca matei, enquanto todos têm conhecimento por aí dos grandes ditadores que cometeram genocídio ou sobre pessoas que torturam, estupram, degolam e por ai vai. Esses também não vão para o céu!

Por Isabella C.

P.S: O único genocídio que cometi foi de formigas. Elas roubaram meu lanche!!!!!! =O

4 comments Julho 3, 2008

Histórias de rodoviária – Hmmm…Estou entre a b) e a d)!

Aqui em Brasília tudo é muito longe, você tem que ficar de RA em RA (Região Administrativa) pra fazer algo, se quer comer aquela pizza, é em outra cidade-satélite, ir naquele bar legal, só se tiver gasolina.
Então não é muito raro andar de ônibus para baixo e pra cima, e nos ônibus, é batata, sempre aparece algo bizarro.

Dessa vez, eu tinha acabado de entrar no ônibus, quando o celular da mulher da frente toca, e ela super discreta, começou a falar alto, para todo mundo ouvir:

- NÃO! VOCÊ TRAZ O FRANGO E A CACHAÇA!
- É EU VOU LEVAR A FAROVA E AS VELAS.
-SIM, A GENTE SE ENCONTRA LÁ NO CRUZAMENTO! DEPOIS A GENTE SE FALA, TCHAU!

Bem, agora é com vocês, galinha, vela, farofa, cachaça e encruzilhada, o que essa dona vai fazer?

a) Aniversário de pobre.
b) Churrasco na laje.
c) Despachar o Santo.
d) Jantar à luz de velas.

Não sei, mas estou entre a b) e a d)!

Por Elder Taciano

2 comments Junho 26, 2008

Rapidinhas no elevador – Cantoria II

Elevadores são os melhores lugares para se cometerem  as piores gafes, simples, você entra, fala a merda e sai na hora que quiser, rapidinho, sempre usando a mesma desculpa, “opa, chegou o meu andar!”
Dessa vez um casal apaixonado, noivos preparando para o casamento, entram em um elevador daqueles prédios supimpas que têm um apartamento por andar e lá encontram um senhor velinho, vizinho do andar de cima.

- Boa Tarde! Disse o noivo.

- Boa…

- O senhor é quem mora no 1200, nosso vizinho de cima? Indagou a moça.

- Sou sim!

- Sério? Eu tava precisando falar com sua esposa, sabe por quê? A gente vai se casar agora e ontem eu a escutei cantando Rosana, Amor e o Poder, e essa música foi a que tocou no nosso primeiro encontro, eu queria que ela cantasse na minha festa! Será que ela pode ajudar, porque ela canta muito bem!

- Olha moça, muito obrigado, mas ela não vai poder ajudar não.

- Por que, mas ela é tão boa?

- Porque eu não tenho esposa, eu moro sozinho!

- Ah… Desculpa… Mas chegou o nosso andar…!

 

Como uma deusaaaaaa… Você me mantééééémmm

 

Por Elder Taciano

Add comment Junho 25, 2008

“Veja” a farsa!

Todos já estão cansados de saber! Só não vê quem não quer! Estamos cansados também de ouvir dizer por aí que o país não vai pra frente, mas convenhamos! Como fazer isso se nós mesmos concordamos com tudo que aparece na televisão ou nas revistas? Apoiamos sem saber, julgamos sem conhecer e reclamamos demais. É esse o ponto. Um cara que assiste o “Jornal Nacional” e lê a revista “Veja” tem todos os direitos de julgar seu país, aliás, a sua base de conhecimento é completamente próxima da verossimilhança da sociedade!

Chega de indignação! Mas recomendo que estejam bem confortáveis, pois o que vou mostrar agora não é muito animador! Essa vai especialmente para o Ronaldo França, colunista da Veja, e o exemplo de nacionalista!

Em uma de suas matérias, ele apresentou os mecanismos federais de avaliação e fez uma comparação entre brasileiros e estadunidenses! Para começar, ele nem diz em que regiões isso acontece! Tudo bem, não vou ficar defendendo, pois sei que há defeitos no sistema de educação nacional, mas vamos combinar que nem por isso devemos nos basear em uma comparação de outro “mundo” como essa.

Outro dia, eu assistia a um filme hollywoodiano, “Cadáveres”, e fiquei completamente impressionada com a capacidade dos americanos de afirmarem que os “Astecas” eram do Brasil. Mas peraí, Astescas no Brasil? Meu Deus! O que aconteceu? Houve uma preocupação maior em enfatizar que os cadáveres do filme eram reais do que com a história! Deusa asteca do século XIII, no Brasil? Uff… Por favor!

A maioria dos americanos não sabe nem que no Brasil se fala português! Sem falar que a maioria não sabe a diferença entre espanhol e português, pois geralmente insistem em perguntar: “Hablas español?”

A maioria só sabe o que é o Brasil por causa do Pelé, da Xuxa, da Amazônia ou da caipirinha!

Agora, Por que a tendência em afirmar que o país não vai pra frente, não tem jeito ou que não adianta fazer nada? Porque as pessoas são passivas e quando não, têm apenas opiniões formadas por pessoas que estão longe da seriedade.

Bom, já que estou falando… Ronaldo França, conclui em outra matéria:

(…) Como registram os dicionários, é uma palavra de origem francesa que significa “o que há de melhor numa sociedade ou grupo”. Dela fazem parte profissionais liberais, cientistas, atletas, empresários, políticos (não todos, infelizmente)“. A segunda definição, que não fica atrás: “Rubrica: sociologia. Minoria que detém o prestígio e o domínio sobre o grupo social.

(…) Um levantamento no qual se investigaram os principais valores presentes no cotidiano social, econômico e político nacional. Enfim, o que se pode chamar de “o pensamento do brasileiro“”. “O levantamento expressa a opinião dos brasileiros sobre diversos temas. Não pretende, é importante ressaltar, revelar como agem“. Sobre o levantamento feito no livro “A Cabeça do Brasileiro”, do sociólogo Alberto Carlos Almeida, que apresenta os resultados da Pesquisa Social Brasileira, realizada pela DataUFF (Universidade Federal Fluminense) com 2.363 pessoas em 102 municípios. Que não explica exatamente o método usado, mas diz que: “(…) utilizada pela General Social Survey, a maior pesquisa social dos Estados Unidos, realizada a cada dois anos, desde 1972, pela Universidade de Chicago.

(…) por meio de trabalhos como esse, com conclusões que fogem aos lugares-comuns e apontam na direção da necessidade de universalizar a educação e acelerar a marcha rumo à modernidade – o que significa uma ampliação da classe média, ou seja, da elite (…)” que o país possa encontrar uma “(…) uniformidade social“. “Vai nessa…”

Errr… Elite? Bom, segundo a revista, ela diz que pessoas como Ana Maria Braga, Regina Duarte, Hebe Camargo, o “dono” de Campos do Jordão e tanto, o presidente paulista da OAB, o presidente de Philipps e muitos outros participam da tal classe média cansada.

Bom, essa revista preza, apenas ( e não estou exagerando!) seus interesses como apoio de direita, não interessa se o conteúdo te interessa, interessa se a alienação vai ser feita do jeito certo (só para quem faz a revista, claro!). Qualquer outra revista? Vai ser só mais uma esquerdista!

O meu único conselho é: “Se você quer ler uma revista, vá ler uma Caras, tititi ou uma Veja, se você não procura seriedade.”

Bom, eu já estava indo pegar uma “Caras” mesmo, aposto que é mais verídica!

Por Isabella C.

2 comments Junho 22, 2008

Contos da época de vovó!

Nos contos de fadas os protagonista são sempre tratados como pessoas perfeitas de coração puro, vai que era coisa da época de vovó, o tédio devia tomar conta das pessoas e na falta do que fazer, as pessoas gastavam mais tempo sendo legais. Rapunzel por exemplo, lá pra 1800 e Dercy Gonçalves duvido que as pessoas tinham algo de interessante para praticar, a moda com certeza era ficar presa em um castelo e deixar as madeixa crescerem. Mas isso era antes!

Hoje as coisas estão diferentes, aposto que a Cinderella voltaria do baile funk meia-noita, no mínimo ela ficaria até umas 04H00 da matina, mesmo sendo princesa ou gata borralheira, e estaria nem ai pra sapatinho de cristal e pra príncipe encantado, ela só quer que o mundo se acabe em uma pista de dança.

Você acha que alguém ia perder tempo adivinhando nome de Rumpelstichen? Com todo aquele ouro tecido de palha, eu teria botado um detetive particular na cola dele, seria batata! Em questões de segundos saberia o nome dele.

Pra alguém viajar tipo a Alice, só a base de muito LSD. A Branca de Neve já estaria toda bronzeada, loira e siliconada, trocaria os pequenininhos e seu amado por sete bombeiros tipo capa de calendário! A Bela Adormecida que se faz de coitada enfeitiçada, faz isso todas as noites ali no Pub, só pra catar tudo quanto é homem.

Mas não são só as mulheres, os homens conseguem ser piores, Aladdin, Tarzan e Pete Pan, todos Travas que vão na boatchy bater cabelo na cara das bees e arrasam horrores!

É, prefiro como era antes. Três vivas para 1800 e Dercy Gonçalves, a época de vovó!

Chegay! Hoje eu arraso!

Peter Pan says: Chegay! Hoje eu arraso!

Por Elder Taciano

2 comments Junho 20, 2008

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